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sábado, maio 09, 2026

monstros

Flores se agitam, distribuir sementes 

O inverno se aproxima, frágil vida

São ritos antigos, a natureza tem seus ciclos

A fome, por exemplo.


Uma chuva sobre os subnutridos

Algo não se encaixa no cotidiano terror 

Do lado da Padaria Pão de Ouro

Alguém vive numa caixa


A esfinge na encruzilhada pergunta

Quem é o ser que nasce, cresce e morre no chão?

Normalidade absurda, estamos com pressa

O mestre-monstro sem pix nem cartão


A deusa lua move as águas

O inverso inclemente no ciclo 

Flores brilham, distribuir sementes 

A frágil vida

segunda-feira, março 23, 2026

A sociedade estamental

Ele rastejava ou voava pelos labirintos que ele mesmo criara, brilhos e silêncios de sambas estranhos, não sabiam como reagir ao seu grego ou ao seu cabelo, mal estar na casta brâmane, sonho-estrela, abriu uma porta. 

Afonso Lima. 

quinta-feira, março 05, 2026

No Letras in.verso e re.verso - Medea de Séneca

La vie en rouge: a Medea de Séneca – por Gabriel Villela 

https://www.blogletras.com/2026/02/la-vie-en-rouge-medea-de-seneca-por.html