Ele rastejava ou voava pelos labirintos que ele mesmo criara, brilhos e silêncios de sambas estranhos, não sabiam como reagir ao seu grego ou ao seu cabelo, mal estar na casta brâmane, sonho-estrela, abriu uma porta.
Afonso Lima.
Ele rastejava ou voava pelos labirintos que ele mesmo criara, brilhos e silêncios de sambas estranhos, não sabiam como reagir ao seu grego ou ao seu cabelo, mal estar na casta brâmane, sonho-estrela, abriu uma porta.
Afonso Lima.
La vie en rouge: a Medea de Séneca – por Gabriel Villela
https://www.blogletras.com/2026/02/la-vie-en-rouge-medea-de-seneca-por.html