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quinta-feira, novembro 25, 2010

As duas piores entrevistas da história

(uma delas, muito boa...)

O que leva alguém a iniciar uma entrevista dizendo “além de velho, punk e católico, como o senhor é descrito...” (sim! descrito pelo come-tudo-Murdoch - seria tanta a ingenuidade?), principalmente em se tratando do inacreditável crítico Terry Eagleton, uma das leituras contemporâneas mais intrincadas, lúcidas e abrangentes - Harold Bloom diria, muitas vezes, depois de Shakespeare!

Por que começar com a petulância sofisticada do “centro” na moda no estilo “já que o marxismo é uma piada, vamos entrevistar esse marxista”... e continuar com “o senhor disse que o futebol era o novo ópio do povo, já que está no Brasil”...

E, evidentemente, na continuação, poderia ter evitado o que soou como ironia batida sobre a "fé no marxismo", e ficado sem a merecida "o que você chama de ... primeiro, todo mundo tem fé em alguma coisa." ("Ah, sim foi nessa fé que eu falei...")


E o que leva alguém a tratar Madonna com superioridade como alguém que "escolheu seu primeiro nome" e “concedeu ao marketing (sic)”?

Uma produção canhestra que nunca fez Vogue, claro... (ou sim!)

Bem, a eleita maior bizarrice do nosso mundo midial... Histórico...






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