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sábado, julho 23, 2011

Adeus, Amy

Esses tempos eu li uma crônica, quando da visita da cantora ao Brasil. Elas ironizavam sua maquiagem ruim, seus cabelos, sua pinga. O que mais me chocou foi que tratavam a cantora apenas pelo aspecto cômico, a maluca, a sem-noção.
Essa, para mim, é a essência do provincianismo.
Eu levei um susto o dia que ouvi sua voz: uma linguagem própria, um swing, um vozeirão...
Agora que não haverá mais manchetes, ela brilhará como o gênio que é.




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