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sexta-feira, agosto 25, 2006

Realmente, Carina Martins do Zapeatrix tem razão. Não dá pra aguentar a repetição didática de Páginas da Vida.
Eu até me surpreendi de querer assistir. Quem já leu o artigo que escrevi sobre Mulheres Apaixonadas, pode até estranhar. Mas achei o visual bonito (faço parte, de certo, daquela parte previsível da audiência, os que são atraídos por truques..), um pouco mais de enredo, e quem sabe, quem sabe mesmo!, um pouco menos de baixaria...
como diz Carina, há uma linha tênue entre sutileza cotidiana e repetição banal: e hoje foi só repetição banal!
Mil vezes Regina Duarte fez uma cara sofredora vendo os gêmeos separados brincando na pracinha por obra do destino! e as falas do avô, Alex, que dramalhaaaão! "Brincando com a amiguinha FRANCISCO!!!" (parecia Shakespeare!)

Ainda um outro desliza "manoelino": duas personagens conversam, ai, eu fiz cursos em nova york, eu estou indo pra amesterdã... que mundo é esse Manoel Carlos? depois o Fantástico dá que meninas se vendem por uma lata de sardinha (ah, claro, mas é o novo filme...)

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É sempre assim, só porque fiz História, toda vez que começa A Casa das Sete Mulheres todo mundo me questiona... mas cor da barba do Garibalde era essa?
Por que não assisto A Casa?
Sei lá, nunca tive vontade...

esses dias, zappeando, vi um personagem atraente, a boa sempre boa Morgado.
Acho que há romance na trama, fiquei cotnente de saber que é uma obra de ficção bem amarrada, parece...
Também não tenho nada contra o livro: não acho que tudo tem de ser como foi na vida real...

Mas simplesmente não consigo ler que Jack o Stripador era sorridente e amava Giovana Antoneli, sei lá, não faz sentido... é como falar da vida passada dos sete anões, simplemsente não precisa.
e como, graças a Deus, para romance tenho em minha mesa Orgulho e Preconceito...

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